domingo, 15 de julho de 2012

Novidades Literárias - Editoras Parceiras


Ao contrário do que se pode pensar, reconhecer um psicopata não é uma tarefa fácil. Nem todas as pessoas que sofrem deste transtorno mental são assassinos compulsivos ou criminosos. Alguns, aparentemente, são pessoas comuns que podem estar mais perto do que se imagina. Portanto, como saber se o ‘perigo’ mora ao lado? Em Como Identificar um Psicopata, lançamento da Editora Cultrix, a psicóloga forense Kerrey Daynes explica como funciona a mente de um psicopata e ainda revela os traços de comportamento que os vários tipos têm em comum. Por meio de estudos de casos, a autora mostra como os psicopatas se comportam em diferentes papéis e ambientes, e quais são as melhores maneiras de se defender. Além disso, Kerry ajuda os leitores a descobrirem se algum parente ou pessoa próxima pode estar sofrendo deste mal. “O psicopata na sua vida pode ser o seu chefe, seu filho adolescente, seu namorado, seu médico, amante ou o desconhecido com quem você marcou um encontro”, alerta a especialista. A obra também traz diferentes estudos e pesquisas sobre os seres humanos que sofrem desta “doença da mente”. A American Psychiatric Association (Associação Americana de Psiquiatria) calcula que aproximadamente 3% dos homens e 1% das mulheres na população em geral sejam psicopatas. Como Identificar um Psicopata também oferece diversos testes sobre comportamentos, entre eles: ‘Até que Ponto Você é Psicopata?’. Uma obra única e reveladora para que o leitor possa praticar o que aprendeu com os casos relatados em cada capítulo do livro.

Em uma Europa devastada pela II Guerra Mundial e com o pano de fundo da Alemanha nazista, o jovem e ambicioso seminarista August Lienart e a misteriosa guerrilheira Elisabetta Darazzo estão envolvidos em uma missão: impedir o futuro surgimento do Quarto Reich. Um thriller histórico que traz algumas inquietantes incógnitas: que papel desempenhou o Vaticano na fuga dos criminosos de guerra? Hitler e Eva Braum se suicidaram mesmo no bunker? Os banqueiros suíços realmente guardaram o ouro dos nazistas que estava no Banco do Reich, produto de suas ações criminosas? O que havia nas enigmáticas caixas enterradas sob as águas escuras e frias do lago Toplitz? Existiu realmente a temida Organização Odessa e sua determinação em criar o futuro Quarto Reich? Quem se escondia por trás do codinome "O Escolhido"? 

David Gurney sempre foi viciado em resolver enigmas. Mesmo dois anos depois de ter trocado a carreira policial pela pacata vida no campo, sua mente investigativa não consegue resistir a uma boa charada. Foi assim com o caso do Assassino dos Números, um ano antes. Agora, a história se repete quando ele é convidado para trabalhar como consultor e ajudar a polícia a desvendar um instigante homicídio. Jillian Perry, uma jovem de 19 anos, foi morta de maneira brutal no dia do próprio casamento. Todas as pistas apontam para um misterioso jardineiro, só que nada mais na história se encaixa: o motivo, o lugar onde a arma do crime foi deixada e, principalmente, o modus operandi. A princípio, David reluta em aceitar o convite, preocupado em preservar seu casamento, já que sua esposa, Madeleine, é totalmente avessa ao seu envolvimento em qualquer assunto policial. Porém, recusar-se a participar da investigação seria ir contra sua essência e David acaba se convencendo de que não conseguirá dormir em paz enquanto o criminoso estiver à solta. Quando começa a entrevistar parentes e conhecidos de Jillian e a avançar no caso, fica claro que o assassino é não só mais inteligente e implacável do que ele esperava, como também destemido o suficiente para atacar seu ponto fraco. David terá que pensar além das evidências para desvendar o quebra-cabeça mais sinistro com que já se deparou.

Apresentado ao público pela primeira vez no suspense Alta tensão, Mickey Bolitar se vê obrigado a ir morar com seu tio Myron, um ex-agente do FBI, após testemunhar a morte do pai e internar a própria mãe numa clínica de reabilitação. Agora o rapaz precisa se esforçar para conviver com o tio, de quem nunca gostou muito, e ainda se adaptar ao novo colégio. Para sua sorte, ele logo arruma uma namorada, a doce Ashley, que também é nova na escola. Quando sua vida parece estar entrando nos eixos, o destino lhe reserva uma surpresa: Ashley desaparece misteriosamente. Determinado a não perder mais uma pessoa importante em sua vida, Mickey contará com a ajuda de seus novos amigos, os excêntricos Ema e Colherada, para seguir o rastro da namorada. Para piorar, uma idosa reclusa da vizinhança lhe conta que seu pai ainda está vivo, sem dar maiores explicações. Quando esses dois mistérios se cruzam, Mickey descobre que está envolvido numa rede de intrigas que o levará a questionar a vida que acreditava ter. Perspicaz e esperto como o tio Myron, Mickey está disposto a fazer tudo o que for preciso para salvar as pessoas que ama.

14 de julho de 1099. Enquanto Jerusalém se prepara para a invasão dos cruzados, um grego conhecido como Copta convoca uma reunião com os jovens e velhos, homens e mulheres da cidade. A multidão formada por cristãos, judeus e muçulmanos chega à praça achando que irá ouvir uma preleção sobre como se preparar para o combate, mas não é isso que Copta tem a lhe dizer. Tudo indica que a derrota é iminente, mas o grego só quer instigar as pessoas a buscarem a sabedoria existente em sua vida cotidiana, forjada a partir dos desafios e dificuldades que têm de enfrentar. O verdadeiro conhecimento, acredita, está nos amores vividos, nas perdas sofridas, nos momentos de crise e de glória e na convivência diária com a inevitabilidade da morte. Na tradição de O Profeta, de Khalil Gibran, o Manuscrito encontrado em Accra, de Paulo Coelho, é um convite à reflexão sobre nossos princípios e nossa humanidade. 
Já escolheu qual lerá? :D



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quarta-feira, 11 de julho de 2012

A Escolha - Nicholas Sparks [RESENHA]

Sempre que fico sabendo que algum livro do Nicholas Sparks será lançado, fico feliz e começo a acreditar que será mais um entre os meus favoritos. Mas quase sempre eu me engano. Com "A Escolha" não foi diferente, apesar de ter gostado do livro. Ao longo desta resenha, tentarei me explicar melhor.


Travis Parker possui tudo o que um homem poderia ter: a profissão que desejava, amigos leais, e uma linda casa beira-mar na pequena cidade de Beaufort, Carolina do Norte. Com uma vida boa, seus relacionamentos amorosos são apenas passageiros e para ele, isso é o suficiente. Até o dia em que sua nova vizinha, Gabby, aparece na porta. Apesar de suas tentativas de ser gentil, a ruiva atraente parece ter raiva dele. Ainda sim, Travis não consegue evitar se engraçar com Gabby e seus esforços persistentes o levam a uma jornada que ninguém poderia prever. Abrangendo os anos agitados do primeiro amor, casamensto e família, A Escolha nos faz confrontar a questão mais cruel de todas: Até onde você iria manter o amor de sua vida?


Gabby Holland é uma mulher aparentemente comum. Desde nova, seguiu os conselhos da mãe e se tornou uma boa pessoa. É assistente médica; mora longe da sua família, em Beaufort, para ficar próxima do seu namorado Kevin. Diariamente, ela se sente muito sozinha, já que Kevin quase sempre está viajando a trabalho. Sua constante companhia é a cadela Molly.

Travis Parker é veterinário da pequena Beaufort, adora esportes radicais e tem três amigos inseparáveis, que mesmo casados e com filhos, quase sempre estão visitando a casa do amigo. O único companheiro constante de Travis é seu cachorro Moby ― que é muito atrapalhado por sinal.

Nem Travis e nem Gabby imaginavam que algum dia poderiam se apaixonar e ver suas vidas mudarem completamente. Em um único final de semana, com Kevin viajando, eles percebem que o que sentem um pelo outro é mais do que uma simples amizade.
"― Eu não quero perdê-la, Gabby. Eu não consigo imaginar vê-la andando em direção ao seu carro pela manhã e fingir que nada disso aconteceu. Não consigo imaginar não me sentar com você aqui no sofá, como estamos fazendo agora ― ele engoliu em seco. ― E neste exato momento não consigo me imaginar estar apaixonado por qualquer outra mulher." Pág.: 202
Não me entendam mal, mas eu sinceramente esperava um romance mais intenso. Em minha humilde opinião, demorou demais para acontecer. E quando começou a acontecer, passou rápido demais. E eu fiquei ansiando por mais. 


Gostei muito da irmã do Travis ― Stephanie. Ela é muito extrovertida, irônica e inteligente. Ri algumas vezes com seus comentários. Uma das melhores personagens criadas por Nicholas. Gabby é completamente diferente do Travis, o que enfatiza o velho ditado "os opostos se atraem". E sinceramente, algumas atitudes dela me irritaram.


Eu sinceramente gostei do livro. Porém, esperava muito mais. A segunda parte da história é bem dramática e até mesmo, um pouco previsível ― não que a previsibilidade me incomode. Se você curte romance, especialmente escrito por Nicholas Sparks, leia, pois creio que irá gostar. Caso contrário, não espere muito, para não se decepcionar tanto.


Enfim, recomendo!






segunda-feira, 9 de julho de 2012

O Príncipe Gato - Bento de Luca [RESENHA]

Este é o primeiro livro de uma trilogia. Fiquei surpreso com o talento dos autores. Eles criaram uma história original e inteligente. Eu ainda estou tentando aceitar determinados acontecimentos da história, até porque não esperava.


Através de um Buraco de Minhoca — túnel dimensional que interliga dois mundos — localizado no Parque do Trianon, São Paulo, surge um viajante felino movido por uma única e importantíssima missão: a busca por uma lendária ampulheta. Escondida em algum local inóspito da cidade, a relíquia é a única capaz de salvar Marshmallow, terra do Príncipe Gato, que está à beira da destruição. No entanto, parece que ele não foi o único a atravessar o portal. Seres malignos irromperam das barreiras e logo declararam uma caçada voraz, com objetivos mais sombrios... Além de seus perseguidores, o Gato luta contra seu maior inimigo: o Tempo. É preciso encontrar este objeto antes que seja tarde e seu mundo esteja para sempre perdido. Contudo, ele não estará sozinho nesta empreitada e poderá contar com a ajuda de seus fiéis companheiros. Fascinante, angustiante e até mesmo engraçada, a história retrata os mistérios jamais desvendados da cidade paulistana, com um toque de magia e esperança. 


A história começa quando Hugo passeando por uma biblioteca lê em uma placa: "Livros Raros". Ele não resiste a curiosidade e decide ver os tais livros. E de repente ele encontra um gato lendo. Mas não é qualquer gato, é o Príncipe Gato. Logo de início, o leitor conhece um pouco do Hugo e da sua história. Mas quando o Príncipe Gato aparece solicitando sua ajuda é quando de fato a história "engrena".


O Príncipe Gato conseguiu me cativar em poucas páginas; ele é ousado, astuto, irônico e conseguiu me arrancar boas risadas também. E não só foi ele que me cativou. O Hugo é um personagem aparentemente comum, mas que tem um papel fundamental na história. Mesmo que a contragosto, ele decide ajudar à encontrar a ampulheta, até porque, caso contrário, ele seria morto. 


No meio de fugas e descobertas, um novo personagem surge na história e os ajuda a encontrar a ampulheta do tempo também: Eleanor. Um rato muito inteligente, com um QI altíssimo e que os ajuda a compreender as pistas deixadas por Adir Wosky — um humano que há muito tempo ajudou o príncipe de Marshmallow — o fauno Fiurin Sianor  — a tentar encontrar a ampulheta também.

E assim, saem os três em busca da tão desejada ampulheta do tempo e vivem uma grande aventura, repleta de feiticeiros — ou como são comumente chamados de cachorros humanóides.
“Não importa o tempo, nem a distância. Eu atravessarei as muralhas da morte. Em um mar de inimigos mergulharei. Declararei guerra ao vento se preciso for. Pois saiba, eu estarei lá quando você me chamar.”
Preciso esclarecer que até então não entendi o motivo dos autores terem finalizado o livro daquela forma. Quem leu, com toda certeza, irá me entender. Eu não posso esclarecer o que me deixou irritado, porque eu acabaria soltado spoiler. Mas eu ainda continuo inconformado. 


A narrativa flui naturalmente e quando eu menos esperei, já tinha lido o livro. Os personagens foram bem construídos. E como eu disse anteriormente, o que me deixou irritado foi apenas o final. Esperava um final completamente diferente.


Concluindo, o livro é bom. Quem curte uma boa aventura, não deve deixar de lê-lo. E principalmente por ser um livro completamente nacional. A história se passa em São Paulo e os autores conseguiram descrever bem a cidade, passando uma sensação de realidade para o leitor.


Fica a dica!



sexta-feira, 6 de julho de 2012

O Espião - Clive Cussler e Justin Scott [RESENHA]

Uma história que tinha um grande potencial, mas o autor não soube elaborá-la. Eu sinceramente acreditava que o livro fosse bom. Mas ao terminá-lo, me decepcionei. Como este é o terceiro livro de uma série, protagonizada pelo detetive Isaac Bell, espero ler outros livros do Clive Cussler e quem sabe, me surpreender positivamente.


É 1908 e acumulam-se tensões internacionais enquanto o mundo caminha inexoravelmente para a guerra. Após um talentoso projetista de canhões de couraçados morrer em um aparente suicídio, sua filha, angustiada, recorre à lendária Agência Van Dorn para limpar o nome do pai. Van Dorn põe seu principal investigador no caso, Isaac Bell, que logo percebe que as pistas apontam não para suicídio, mas para assassinato. E quando se seguem outras mortes mais suspeitas, fica evidente que alguém — um ardiloso espião — está orquestrando a eliminação das mentes tecnológicas mais brilhantes... Mas isso é apenas o começo.


Antes de começar qualquer livro, sempre procuro ler algumas críticas e resenhas. E com "O Espião" não foi diferente. O livro começa um pouco confuso, mas com o desenrolar da história, tudo começa a se encaixar. O grande problema dos autores é o uso excessivo de detalhes sobre navios, submarinos, couraçados etc. Eu particularmente não sei nada sobre eles. Então complicou um pouco a leitura para mim.


A história é basicamente sobre um espião que ameaça prejudicar bastante os EUA. E é claro que o detetive Isaac Bell correrá contra o tempo, para capturar o tal espião. Tudo acontece no ano de 1908. Os autores conseguiram ser fiéis aos fatos históricos. A história é recheada de tensão e perseguições. Para quem curte livros policiais recheados de perseguições, tensão e muitos detalhes — como eu citei anteriormente  —  com toda certeza irá gostar do livro.


Os personagens foram bem construídos, principalmente o protagonista. Gostei da maneira
como ele agiu em alguns momentos e até o considero um dos melhores detetives que eu já pude conhecer. 
"A meu ver, os espiões de sucesso são invisíveis. O ideal é copiar um plano secreto em vez de roubá-lo, assim o inimigo nunca saberá que foi roubado. Do mesmo modo, se um inimigo tem de morrer, sua morte deve parecer acidente. A queda de escombros no local de trabalho pode esmagar um homem sem levantar suspeita."
Concluindo, eu avalio o livro como regular. Poderia ter sido bem melhor, mas infelizmente não foi o que aconteceu. A diagramação é simples e objetiva. E caso esteja inseguro por ser o terceiro livro do detetive, pode ler o livro tranquilamente. Porque em cada livro do detetive, as histórias são diferentes. Portanto, não há problemas.


Fica a dica!





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terça-feira, 3 de julho de 2012

O Resgate do Tigre - Colleen Houck [RESENHA]

Este é o segundo livro da "Saga do Tigre". Eu acreditava, antes de começar a leitura, que este livro seria melhor que o primeiro, até pelo fato de que Kishan aparece mais nesta história, do que na anterior. Mas ao concluir a leitura, percebi que o livro não conseguiu superar o anterior. Esperava um final mais interessante. Mas não foi o que aconteceu.

Kelsey Hayes nunca imaginou que seus 18 anos lhe reservassem experiências tão loucas. Além de lutar contra macacos d'água imortais e se embrenhar pelas selvas indianas, ela se apaixonou por Ren, um príncipe indiano amaldiçoado que já viveu 300 anos. Agora que ameaças terríveis obrigam Kelsey a encarar uma nova busca – dessa vez com Kishan, o irmão bad boy de Ren –, a dupla improvável começa a questionar seu destino. A vida de Ren está por um fio, assim como a verdade no coração de Kelsey. Em O Resgate do Tigre, a aguardada sequência de A Maldição do Tigre, os três personagens dão mais um passo para quebrar a antiga profecia que os une. Com o dobro de ação, aventura e romance, este livro oferece a seus leitores uma experiência arrebatadora da primeira à última página.

Ao acabar o primeiro livro, surtei completamente esperando pelo segundo. Ainda bem que a editora não demorou tanto para lançá-lo. E ao começar "O Resgate do Tigre", percebi que o início foi um pouco melancólico. Kelsey tentando de alguma maneira esquecer Ren, sendo que não adiantava nada. Ela resolve voltar para casa, mas ao chegar, não se depara com uma casa e sim, com uma mansão maravilhosa; todo o curso da faculdade paga; um carro maravilhoso na garagem e vários dólares. Enfim, ela se encontra riquíssima. 

E tudo isso foi um presente, pelo fato de a própria ter ajudado Ren e Kishan. Já que agora eles conseguem ficar na forma humana por seis horas. De início, ela não quer aceitar. Aquele típico comportamento de protagonistas, que de alguma forma, me irrita um pouco. Mas depois o Sr. Kadam a convence e ela aceita, sem pestanejar.

"Errar é o que nos torna humanos – sussurrei. – É assim que aprendemos. Minha mãe sempre dizia que cometer um erro não é ruim. Ruim é se recusar a aprender com ele a fim de não repeti-lo.
Certo. Era de se esperar que eu aprendesse. Para não repetir a história."

Ela começa a frequentar a faculdade e ainda continua tentando esquecer Ren. Então, ela conhece novas pessoas, ou explicando melhor, novos rapazes e indo a alguns encontros, para realmente esquecer o Ren. De todos os rapazes, o que eu mais gostei foi o Li ― professor dela de artes marciais. Ele é sempre muito bom e gentil com ela. Enfim, ela fica indecisa sobre qual deles irá escolher, até que seu amado Ren aparece.

Antes que ele tente reconquistá-la, ela esclarece a situação em que se encontra e que precisa escolher e pensar direito. E o que ele faz? Ele aceita. Sério, eu preciso comentar: A autora viajou demais nessa parte. Não existe homem algum que aceite o que ela propôs. Acho até que autora quer criar um "Edward" mais manso do que o da própria Stephenie. Enfim, precisava desabafar.

Depois, Kishan ― melhor personagem da série ― aparece com seu jeito meio bad-boy de ser e melhora um pouco a história. Ele fica dando em cima da Kelsey descaradamente e sempre deixa o Ren enlouquecido de raiva. Então, eles voltam para a Índia e Ren é sequestrado pelo vilão Lokesh. 

À partir deste ponto, Kishan e Kelsey saem em busca de Ren, para resgatá-lo e ainda por cima quebrar uma parte da maldição. E eles também enfrentam novos perigos. Kishan continua dando em cima da Kelsey e ela fica diversas vezes indecisa o que me remete muito à "Saga Crepúsculo".

Sério, é impossível não comparar. Eu sei que muitos irão me julgar errado, mas eu achei completamente desnecessário a autora inserir na história um triângulo amoroso. Tá, eu sei que gosto mais do Kishan. Mas mesmo assim, não precisava a autora ter feito com que o Kishan se interessasse pela Kelsey. Ela poderia muito bem ter colocado outra personagem para fazer com ele que se apaixonasse pela personagem.

Concluindo, eu gostei do livro. Tirando estes pequenos "deslizes" da autora, o livro consegue surpreender um pouco, não muito como eu pensava. O final não foi muito satisfatório para mim. Esperava um final completamente diferente.

Enfim, recomendo!