Eu tardei a escrever esta
resenha porque precisei de um tempo para definir o que realmente achei da
leitura do livro “O Que Há de Estranho em Mim”, da maravilhosa Gayle Forman. Como alguns já sabem
(creio eu), sou fã da autora e sempre que posso estou à procura dos seus
livros. A premissa, aqui, é muito atraente e promete uma história interessante
e intensa (no sentido de que aparenta ser um drama psicológico sobre jovens em
sofrimento psíquico). O grande problema é que achei tudo muito simplório, sem
muita coerência e por vezes até bobo. Inacreditável, né? Custou-me aceitar que
o livro possui tais características e pode até definir-se por elas.
Infelizmente, poderia ser melhor.
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580414806
Ano: 2016
Páginas: 224
ISBN: 9788580414806
Ano: 2016
Páginas: 224
Nota: (3,5/5)
Ao internar a filha numa clínica, o pai de Brit acredita que está ajudando a menina, mas a verdade é que o lugar só lhe faz mal. Aos 16 anos, ela se vê diante de um duvidoso método de terapia, que inclui xingar as outras jovens e dedurar as infrações alheias para ganhar a liberdade. Sem saber em quem confiar e determinada a não cooperar com os conselheiros, Brit se isola. Mas não fica sozinha por muito tempo. Logo outras garotas se unem a ela na resistência àquele modo de vida hostil. V, Bebe, Martha e Cassie se tornam seu oásis em meio ao deserto de opressão. Juntas, as cinco amigas vão em busca de uma forma de desafiar o sistema, mostrar ao mundo que não têm nada de desajustadas e dar fim ao suplício de viver numa instituição que as enlouquece.







